domingo, 31 de outubro de 2010
domingo, 24 de outubro de 2010
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Declamação
Se te pudesse descrever numa palavra
Se te pudesse comparar a uma sensação
declamava-te de um calor aconchegante
Se te pudesse identificar a um elemento
beijaria a palavra fogo.
Se pudesse... mas não posso
És tão mais do que isso.
Algo tão imenso,
que palavras não foram contempladas de provar do seu significado.
Algo tão abstracto,
que comparações são impossíveis de conter toda a essência.
Algo tão único,
que não se consegue identificar em mais lugar algum.
E dou por mim,
a tentar, uma vez mais,
expressar, captar, guardar e resguardar
a ideia tão imensa, abstracta e única
que contem a tua alma
com receio de que a perca
e com ela, tu
e que toda esta visão tão real de algo tão subtil como a tua pessoa
desapareça dos meus cegos olhos.
terça-feira, 31 de agosto de 2010
domingo, 29 de agosto de 2010
A change of plans
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
[sem título]
O escuro céu atira berros de raiva pela escura noite
e verte, sem querer, lágrimas do passado que conteve até então.
Da imensidão da sua agonia e desespero
a morte da luz traz e o pânico trespassa as almas dos mortais.
Qual temporal desvairado intemporal.
E o vento atraído por tal dança macabra,
junta-se ao coro dos desvairados berros
e juntos, o escuro céu e o vento
dançam, quais tornados harmoniosos e devastadores.
Grita e chora,
berra e revolta-te contra aquela que te afrontou
que te insultou, que te humilhou, que te fez sofrer.
Dança e salta,
destrói e canta a tua depravada canção
carregada de puro ódio e horror.
Sente a raiva invadir-te e tomar-te
Ama e chora por alguma vez teres amado.
______________________________________________________
Com base nos termos da lei, não é permitida a cópia e a utilização deste trabalho sem a concordância do autor. Todos os direitos de autor estão reservados.
e verte, sem querer, lágrimas do passado que conteve até então.
Da imensidão da sua agonia e desespero
a morte da luz traz e o pânico trespassa as almas dos mortais.
Qual temporal desvairado intemporal.
E o vento atraído por tal dança macabra,
junta-se ao coro dos desvairados berros
e juntos, o escuro céu e o vento
dançam, quais tornados harmoniosos e devastadores.
Grita e chora,
berra e revolta-te contra aquela que te afrontou
que te insultou, que te humilhou, que te fez sofrer.
Dança e salta,
destrói e canta a tua depravada canção
carregada de puro ódio e horror.
Sente a raiva invadir-te e tomar-te
Ama e chora por alguma vez teres amado.
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